Atropelamento massivo deixa mais de 80 vítimas mortais em Niza

Tirado de Diário Liberdade

Atropelamento massivo deixa mais de 80 vítimas mortais em Nice

Um grande camiom atropelou na noite desta quinta-feira a multidom que comemorava o Dia da Bastilha em Nice e deixou mais de 80 pessoas mortas e centenas de feridas.

O número de vítimas mortais nom tem deixado de crescer desde que na noite da quinta-feira se confirmou o ataque de um grande camiom contra a multidom que comemorava o 14 de julho em Nice, cidade turística da costa mediterránica francesa de uns 350 mil habitantes.

Em pleno feriado nacional e coincidindo com o dia em que se comemora a Queda da Bastilha, início da Revoluçom francesa de 1789, assistimos ao que parece ser um novo ataque do Estado Islámico em território francês, quando se esperava que Hollande anunciasse o fim do estado de exceçom que vigora desde os ataques anteriores, em fins de 2015. Ao invés, o presidente francês anunciou na tv que irá prolongá-lo por mais 3 meses, mantendo a proibiçom de manifestaçons e outras restriçons dos direitos civis, além da continuidade da presença de 10 mil militares mobilizados por todo o país, com a ressalva de que, na altura de redigirmos estas linhas, nom houvo ainda reivindicaçom do atentado em Nice.

O ataque aconteceu no Passeio dos Ingleses, no centro da cidade em que o partido de extrema-direita Frente Nacional tem mais votos e, ao mesmo tempo, de recente incorporaçom à soberania francesa (1860), umha vez que se trata de umha regiom originariamente italiana e lugar de nascença do patriota italiano Giuseppe Garibaldi.

O motorista, de 31 anos, tinha nacionalidade francesa e tunesina e conduzia um camiom que tinha sido alugado dias antes na mesma regiom. Foi finalmente morto a tiros pola polícia, que informou de que ia armado. O pánico estendeu-se polo centro a cidade, cuja avenida marginal ficou cheia de cadáveres.

O atentado acontece nom só num dia de festa nacional, mas no meio da celebraçom doTour de França, a mais conhecida corrida ciclista profissional, e 8 meses depois da morte de 137 pessoas numha série de ataques com fusis de assalto em Paris realizada polo mesmo grupo terrorista sírio-iraquiano, sob suspeita de ter sido criado e financiado polas ditaduras da regiom e polo imperialismo ocidental.

Enquanto Hollande prometia novos ataques contra as posiçons do ISIS na Síria e Iraque, a líder da extrema-direita Marine Le Pen, beneficiária eleitoral dos ataques integristas, reclamou que “comece a luita contra o fundamentalismo do ISIS”

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