Lucía “La Intocable”, a pobrinha moça neonazi murciana envolvida numha malheira brutal a umha família

Por O gajeiro na gávea

lucia-nazi-de-murciaHá algo mais de um mês fazia-me eco da notícia amplamente extendida e defundida nos falsimédios segundo a qual, Lucía García de la Calzada alcumada “La Intocable”, moça neonazi murciana neta dum garda civil de sona, fora apancada na porta dum local de copas por vários antifascistas e a consequência delo, umha pessoa filiada da perigossíssima Izquierda Unida, ainda fica em prisom acusada de ser o máximo agressor da pobrinha; e digo “pobrinha” porque a notícia dos falsimédios apresentaro-na assim, ocultando que a sua peculiar inocência está manchada por participar de jeito ativo em numerosas rázias racistas contra qualquer pessoas que se lhes ponham a tiro e que nom contem coas suas simpatias neonazis; um feito que denunciou a “Coordinadora Anti Represión Región de Murcia” e que, de novo, da a voz de alarma diante desta nova atuaçom da pobrinha moça neonazi e dos seus camaradas do grupo de ideologia neonazi “Lo Nuestro” vinculado ao “Hogar Social Madrid”. Colo acá (traduzido) a sua informaçom na que dam a conhecer a nova fazanha desta calanha:

Umha família formada por umha parelha, o pai e nai dumha delxs e umha sobrinha de pouca idade, reúnem-se para comer no Bar-Restaurante “Los Pachequitos” na pedania murciana de Churra, próximo ao estádio do clube Real Murcia (sábado, día 25 de fevereiro). Num momento determinado, um grupo duns trinta neonazis empréndem-na a golpes com esta família com tal brutalidade que tem que intervir o serviço sanitário do 112 para atender a tres feridas, a mais grave umha mulher de 50 anos de idade, que tivo que ser ingresada.

Fazémo-nos a seguinte pergunta: Por que os medios de (in)comunicaçom, que por certo figerom escaso-nulo-tendencioso eco desta brutal malheira, empénham-se em catalogar esta agressom de “peleja entre bandas de distinta ideologia”?

As agredidas, segundo as nossas fontes, apresentarom denúncia na polícia e acusarom, entroutros, a Lucía “La Intocable” e mais a Francisco García, Fran, portavoz de “Lo Nuestro”, ambas personagens bem conhecidas na cidade de Murcia. E agora perguntámo-nos, Forom detidas?, estám em prisom incondicional?… O moço supostamente agressor de Lucía “La Intocable” fora detido de jeito imediato e ainda permanece preso… Há dupla vara de medir segundo ideologias?

Neste caso parece ser que tamém há um vídeo da malheira, pero nom foi difundido…

Em definitiva, nom transcendeu nada e a cidadania meresce estar informada de forma veraz e ecuánime numha democracia ou é que quiçás nom estejamos num estado democrático no que poidamos conviver seguras e coa sensaçom de que a justiça é igual para todas?

O discurso xenófobo e homófobo, entroutros, destes grupos neonazis está a ser tolerado coma se tratára-se dumha opiniom mais, mas nós sustemos que nom todas as opinions som respectáveis. Quem difunde ideias de ódio atacando a pessoas com ideologias que defendem que qualquer pessoa é igual a outra, independentemente da sua religiom, étnia, opçom sexual, condiçom de imigrante ou refugiada; quem atacam a quem defendem os direitos das mulheres ou das pessoas vulneráveis pola sua situaçom económica, nom som dignas de opinar nem de atuar nessa linha de ódio. Contra elas: Tolerância Zero.

Mas nom só é em Murcia ocorrem estas situaçons, é algo que se está a passar em muitas cidades do Estado, de Europa e mais lá, onde estám a proliferar estes grupos e mesmo partidos políticos que vam ganhando mais adeptas nestas épocas de precariedade económica, como nos confirma a História, quando é fácil culpabilizar agora ao imigrante de todos os males sociais (na Alemanha já utilizaram ao povo judeu como branco do seu ódio, ou aos comunistas, por ejemplo, prévio á 2ª guerra mundial).

Quem tenhem agora a responsabilidade de pôr freo a esta situaçom, denantes que seja demasiado tarde?

En primeiro lugar as autoridades competentes, que som as que disponhem dos medios ajeitados,  tamém os medios de comunicaçom que criam opiniom e que, ocultando informaçom ou bem contando méias verdades, contribuem a que nom se tomem as medidas oportunas, pero finalmente cada umha de nós, que coa nossa indiferença pensando que o problema nom nos incumbe, ou que “nom se pode fazer nada”, toleramos que tudo isto ocorra.

Tolerância  Zero cara ás ideias de ódio ás diferentes.
Nenhuma agressom sem resposta.

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