Um outro ponto de vista da liorta em Altsasu entre vizinhos e gardas civis

Por O gajeiro na gávea

Diante do boom político-militar-mediático sobre a versom oficial, crio merecente recolher a versom da outra parte sobre o acontecido num bar de copas ás 5 da manhá dum dia de festas em Altsasu, versom que recolho (e traduzo) do blogue “Movimiento Politico de Resistencia”

“Em Altsasu há um gram escarmento ao redor destas situaçons, pois muitas vezes utilizarom a manipulaçom e tergiversaçom”.

Umha assembleia popular celebrada na localidade de Sakana, em Navarra, denúncia que os médios de comunicaçom manipularom a peleja num bar da localidade, que foi provocada polos dous gardas civis borrachos, um tenente e um sargento.

Apesar disso, a Polícia Foral nom detivo aos borrachos senom a duas pessoas ás que acusa de tomar parte na peleja.

Os feitos tiverom lugar nas inmediaçom dum bar sobre as cinco da manhá. Os gardas civis forom increpados e pedíuse-lhes que abandonaram o local. Nom houvo nenumha agressom multitudinária, como afirmam os médios, senom tudo o contrário, dado que tres pessoas sofrerom contusons.

Um dos detidos nom tem relaçom cos feitos e ao outro detiverom-no tras umha carga policial ás portas da comisaria da Polícia Foral contra quem esigia a liberdade do detido.

A poboaçom congregou-se para pedir explicaçons pola detençom do moço e aproveitarom para deter um outro mais. A reuniom estivo vigiada de perto por decenas de gardas civis equipados com material antidistúrbios, que figerom uso das suas porras contra várias das presentes.

O movemento Ospa! de Altsasu denunciou “a situaçom de repressom” que se vive na localidade navarra contra quem quere aclarar os feitos ocorridos, e lembram que a violência policial em forma de ameazas, agressons e controis de estrada é cotiá.

É habitual a presença de agentes á paisana nos espaços de lezer, mencionando que no último Ospa Eguna foram expulsados vários polícias dos concertos que se celebravam.

Ospa! afirma que “nom houvo nenhuma emboscada” e critica aos médios de comunicaçom e instituiçons que espalharam a versom da Garda Civil. Asseguram que em Altsasu “há um gram escarmento ao redor destas situaçons, pois muitas vezes utilizarom a manipulaçom e tergiversaçom”.

Denunciam que a actitude dos gardas civis borrachos foi provocadora, que empurrarom e ameaçarom com frases como “te voy a matar” ou “te voy a meter un tiro entre ceja y ceja”, o que desembocou “em tudo o demais”.

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