A voltas com o machista Luciano Méndez, professor da USC e seus “laureados compinches”

Tirado de O gajeiro na gávea

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Temia-me muito que a minha volta de feiras a situaçom criada por este energúmeno machista ia seguir inamovível no mundo corporativista da USC, mas errei, e nom porque houvera movemento de fichas para desalojar a este elemento da USC, que “nasti de plasti”, senom que agora venhem a sair á palestra dos falsimédios espanhois feitos na Galiza, uns homes que se dim escritores (mesmo um sempre assina dando fe dos seus prémios literários) e que venhem a criticar a valente açom levada a cabo polas estudantes do grado de Género, Igualdade e Educaçom, do que dim conta nesta minha bitácora.

Um de-les, o mais avesso, começa a sua crónica dándose-lhas de inimigo do machismo: “A mis dos hijas día tras día las empujo a luchar por su dignidad, muy por encima de cualquier otra virtud”e mesmo critica a atitude do professor para depois pôr a feder ás estudantes que se atreverom a cantar-lhe as quarenta ao macho com umha jaculatória que da cambadelas ás suas proprias filhas depois de empurra-las, e cópio (sic): Ahora bien, lo de anteayer ya roza el adefesio. Hay otras formas de protestar menos lesivas para todos. En primer lugar, para aquellas que portan expresiones ofensivas en sus pechos, que acuden en sujetador a clases, que hacen del escándalo su modo de reivindicarse. La universidad no está para eso. (…) Lo demás ensucia a nuestra universidad. Lo demás, el sujetador como emblema, es un favor que le hacemos a los que no creen en la igualdad. Yo no dejaré de creer, mientras el mar sea mar, en ella. . Pois eu que amo a mar vivindo em terra adentro, acho que a sua ideia da igualdade parte dumha visom moi retorta da mesma.

E o outro, o modesto insigne, nom merece muito comentário, porque este pertence a essa escória de quem se posiciona a prol do macho e ademira a sua atitude sumándo-se á crítica do escote da moça atacada: “unha moza abondosa (…ó parecer!) de grandes e ubérrimas e solemnes glándulas mamarias, cuxas ubres (…ó parecer!) lucía pletóricas e solemnes, non sei se tamén tan turxentes como correspondería a tan xenerosas ubres, posto que, tamén ó parecer, o escote que as deixaba ver era amplo e disque pouco recatado” e mesmo a resposta das estudantes qualificando-la de “moralina” e tildándo-lhes de “os correcta e politicamente ofendidos alumnos” (o masculino é de seu).

Entretanto á espera dumha resoluçom do conflito, eu fico com as palavras da moça agredida ao respeito da açom das suas compas: «Quen non quere caldo, dúas cuncas».

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