Isto sim que é Terrorismo !!

Sanidad-Espana-Ana-Mato-Madrid_NACIMA20141007_0001_6 Hoje a gente murmulha, polas ruas, nos cafés, nos lugares de trabalho, na cola do paro, nos pátios das escolas e nos corredores das faculdades e também, como nom, nos hospitais e salas de guarda de ambulatórios e clínicas.

Há medo porque há incertidume e ninguém já se fia da palavraria dos causantes desse medo.

Nom estou a falar de Baralha, nem de independentismos; disso ninguém fala com medo porque nadie teme pese a que desde as fias dos governos e dos co-”mentiristas” dos seus falsimedios insistam e persistam ne-lo.

O medo resiste a forma dum virus mortal, que graças a ineptitude dos nossos governantes já campa pola geografia europeia totalmente descontrolado e às suas anchas. Os terroristas actuam de novo, desta vez a causa é a sua negligência e o favoristismo para com os fortes, que os levou a ponher em extremo perigo a toda a povoaçom por submissom ao capital e a igreja católica.

BunY9kDCIAI8FOT Primeiro figerom tudo o impossível para beneficiar a um sacerdote da Ordem S. Juan de Dios que, depois de 50 anos colonizando em troques de dinheiro e poder, exigiu ser transladado a um hospital público de Madrid porque os seres inferiores e negros aos que tratava “nos han metido el diablo dentro”.

Já falaramos no nosso antérior blogue dessa hipocresia da seita católica à que pertencia este missionário covarde, das suas ligaçons económicas com a banca, especialmente com o Santander, da sua participaçom em bolsa e da possessom de hospitais privativos e da sua riqueza calculada em 2011 em 3.000 millóns das antigas pesetas. Nom vou ser eu quem lhes exiga que cumpram com o que predicam; há muito que nom crio na sua palavraria; pero isso de fugir a fume de caroço quando o seu criador os chama ao seu carom nom é nem de santo nem de pio, mas nom dúvido de que com o tempo será elevado os altares católicos e nomeado mártir ou beato.

Depois, e umha vez conseguido o seu objectivo de contentar ao cura, fartaram-se a descrever a través dos mass merdas, o simples que era fazer a viagem num aviom especial preparadíssimo com um gasto aproximado de case 1.000.000 de euros para repatriar umha pessoa soa, ao tempo o governo da Comunidade de Madrid re-equipou á carreira o hospital Carlos III para atende-lo, o mesmo hospital que havia só uns meses se empenharam em desmantelar, e agora abriam a toda hóstia para tratar de curar a um só sacerdote dumha doença que a mesma igreja qualificara de castigo divino por “actos inmorais como a homosexualidade” (declaración dum archebispo católico assinada também por outros 100 bispos e curas de várias igrexas cristiás). Nom vou entrar no jogo de desqualificar ao cura polas suas praticas sexuais, pois desconheço como contraeu a enfermidade, mas sim quero lembrar que a igreja católica está no ponto de mira da sociedade mundial tras os numerosíssimos casos de abusos sexuais a minores e os seus vagos intentos de ocultamento polos dirigentes da cúria.

Umha vez transladado, fartarom-se de mentir dando contas da seguríssima seguridade e da impossibilidade de contágio; dos últimíssimos médios disponíveis no hospital para evitar que o virus se fosse de excursom pola espanha enteira; mesmo assegurarom que era impossível que sucedera o que sucedeu. Que todas as pessoas que iam ter contacto com os infectados (primeiro o cura e umha monja e depois outro cura e mais monjas) iam seguir um severo protocolo de actuaçom para evitar que se contagiem, e asseguraram que iam fazer-lhes um seguimento nos dias posteirores só para assegurar-se e insistirom que nom existia possibilidade algumha de contágio.

As vozes em contra de que se trougera ao covarde missionário forma tildadas com menosprezo, pouco menos que de antipatriotas e de insensiveis á dor desse pobre velho tam generoso e caritativo que só queria fugir do inferno de Libéria. Mesmo receberam toda caste de insultos dos vozeiras tertulianos dos mentideiros, aquelas pessoas que, com atino, apontaram a que com o dinheiro que se ia gastar no seu translado e postérior atençom médica em exclusividade num hospital tudo para el, poderia-se ter enviado a Liberia um hospital de campanha bem equipado que, de passo, mesmo poidera tratar da doença à povoaçom local.

E algumhas denúncias eram silenciadas nesses falsimedios porque as verdades que dizia era melhor nom contrasta-las, como a do enfermeiro da Unidade de Coidados Intensivos (UCI) do Hospital La Paz que num seu artículo desgranava as metiras sobre a excelente preparaçom do hospital e do pessoal para atender esta doença sem risco algum, e assim denuncava o feito de que o pessoal de La Paz se viram na obriga de aceitar ser enviadas ao Carlos III baixo coacçons e ameaças de perder o seu posto de trabalho ou abrírse-lhe expedientes disciplinários no caso de se negar o translado: Lá denunciara que na suposta posta a ponto do hospital Carlos III houvo muita improvisaçom e muita atitude temerária e advertia de que: nom temos sido formados convintemente e que dadas as características da enfermidade, o risco de contágio e possível trasmissom afora os muros do Carlos III é umha realidade que como profissionais da sanidade devemos pôr em conhecemento de quem seja, dado que os nossos superiores direitos nom nos escuitam”.

Agora as suas palavras adquirem o valor de avisso desatendido. Umha enfermeira, ou auxiliar (que segundo as fontes varia a sua especializaçom clínica) de origem galego que atendeu a um dos curas infectados, foi contagiada do Ébola, sendo o primeiro caso dumha pessoa que adquire tal doença longe dos focos originários da África. Contradezindo os severos protocolos anunciados, esta mulher marchou de ferias só uns dias despois de estar em contacto com um dos curas afectados; sem receber nengum seguimento protocolario, mesmo tivo que ser ela mesma quem reclamou ser atendida tras sofrer fevres altas.

A quantas pessoas pudo contagiar nas suas feiras?? Por onde andivo??

A inseguridade causa alarma, a alarma causa medo e o medo convirtese em terror.

Agora fica demonstrado que tudas as vozes de quem negavam tuda possibilidade de contágio eram MENTIRA. Todos os falabaratos tertulianos que se lançarom a apoiar a posiçom do governo de tratar de curar o cura espanhol em Espanha, som agora cúmplices da situaçom criada, e todos os governantes que acordarom o translado dos curas e as monjas infectados e a sua posteiror internalidade no hospital Carlos III som os autènticos causantes do terror da povoaçom.

Eles som os autênticos TERRORISTAS!!

Asdo: Tancredo Tantonto para Abordaxe

Nota:

Em quanto escrevia isto soubose que já som duas as enfermeiras afectadas.

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